Oficina do Ministério da Saúde avalia ações do projeto Vida no Trânsito

O evento irá avaliar o andamento do programa nas cidades

A gerente de Vigilância em Doenças e Agravos Não Transmissíveis da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Ana Amélia Galas, participa da Oficina do Ministério da Saúde com apoiadores do Projeto Vida no trânsito, realizada em Goiânia-GO. O evento, que ocorre de hoje (01) até sexta (03), tem por objetivo avaliar o andamento do programa nas cidades onde ele é desenvolvido.
A oficina conta com a participação dos apoiadores do projeto nas cinco capitais onde ele está implantado: Teresina, Palmas, Belo horizonte, Curitiba e Campo Grande. “Serão apresentados os modelos de monitoramento implantado em cada local, bem como será avaliado o funcionamento nas capitais onde fazemos apoio, que no meu caso são as da região norte”, explica a gerente.
O “Vida no Trânsito” é um projeto desenvolvido em 10 países, com o financiamento da Fundação Bloomberg e coordenação global da Organização Mundial de Saúde (OMS) e suas agências regionais. No Brasil, o projeto conta, além do suporte da Organização Pan-americana de Saúde (OPAS), com o aporte técnico e financeiro do Governo Federal.
Apoiado por parceiros nacionais e internacionais, o Projeto Vida no Trânsito tem seu foco na redução das mortes e lesões graves no trânsito a partir da qualificação da informação, de ações planejadas, desenvolvidas e executadas intersetorialmente e na ênfase em dois fatores de risco: direção sob efeito de bebida alcoólica e velocidades incompatíveis, além de outros, a depender das particularidades locais.

As ações envolvem a interação de órgão gestores dos setores de saúde, trânsito, transporte e segurança pública mas também, em diferentes níveis, as áreas de educação, comunicação, planejamento, ministérios públicos, conselhos comunitários, entidades corporativas e outros segmentos da sociedade.
Para a atuação das cidades, foram eleitos dois fatores de risco prioritários, que devem nortear as medidas de prevenção: associação entre direção e bebida alcoólica e o excesso de velocidade. Os municípios poderão agregar outros fatores de risco, de acordo com a realidade local. Ações positivas também foram incluídas nos critérios, tais como a existência de programas de prevenção de lesões e mortes no trânsito e ter capacidade técnica e operacional para o desenvolvimento das atividades. Além disso, durante as visitas de avaliação, feita por um grupo interministerial, os municípios assumiram o compromisso político de dar prioridade às ações do projeto.
A avaliação do Projeto Vida no Trânsito é coordenada pela Unidade Internacional de Pesquisas em Lesões da Escola de Saúde Pública da Johns Hopkins University, associada a três universidades brasileiras: UFMG, UFRGS e PUC-PR.

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Fundação Municipal de Saúde de Teresina - FMS

Endereço Web: https://site.fms.pmt.pi.gov.br/noticia/1174/oficina-do-ministerio-da-saude-avalia-acoes-do-projeto-vida-no-transito